terça-feira, 17 de novembro de 2009

A seguir são apresentadas as disciplinas entendidas como pertencentes à Área 5, tanto no Tronco Comum, quanto nas Opções Informação e Sociedade e Informação e Gerência:

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CURRÍCULO PLENO – TRONCO COMUM – 1ª SÉRIE
DISCIPLINAS
Documentação
Fontes de Informação
Fundamentos da Ciência da Informação e Biblioteconomia
Introdução às Tecnologias de Informação
Lingüística na Documentação
Preservação de Documentos
Representação Descritiva
Representação Temática
Laboratório de Práticas Integradas (Estágio I)
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CURRÍCULO PLENO – TRONCO COMUM – 2ª SÉRIE
DISCIPLINAS
Aspectos Sociais, Políticos, Econômicos e Culturais do Brasil Contemporâneo
Elementos de Lógica para Documentação
Formação e Desenvolvimento de Coleções
Fundamentos Científicos da Comunicação
História da Cultura e dos Registros do Conhecimento
Inglês Instrumental
Língua e Literatura de Língua Portuguesa
Pesquisa em Ciência da Informação e Biblioteconomia
Serviço de Referência e Informação
Práticas de Estágio (II – Visitas Técnicas)




CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CURRÍCULO PLENO – OPÇÃO 2 – INFORMAÇÃO E GERÊNCIA – 3ª série
DISCIPLINAS
Aspectos Históricos, Sociais, Políticos e Econômicos da Ciência e Tecnologia
Fontes e Redes de Informação Especializadas
Gerenciamento de Recursos Informacionais
Planejamento e Gerência de Unidades e Serviços de Informação Especializadas
Políticas de Informação em C&T
Semiologia/Semiótica
Teoria e Prática de Indexação e Resumo
Práticas de Estágio – Informação e Gerência (III – Unidades de Informação)
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CURRÍCULO PLENO – OPÇÃO 1 – INFORMAÇÃO E SOCIEDADE – 3ª Série
DISCIPLINAS
Administração de Unidades e Serviços de Informação
Antropologia Cultural
Arteducação
Estudo da Comunidade e do Usuário
Fundamentos de Educação
Informação, Educação e Sociedade
Políticas Culturais e Centros de Informação
Relações Públicas para Unidades e Serviços de Informação
Práticas de Estágio – Informação e Sociedade (III – Unidades de Informação)
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CURRÍCULO PLENO – OPÇÃO 2 – INFORMAÇÃO E GERÊNCIA – 4ª série
DISCIPLINAS
Informação para Inovação
Informação para Negócios
Mediação da Informação
Produtos Documentários
Projetos para Unidades de Informação Especializada
Tecnologia Documentária
Usos e Usuários da Informação Especializada
Tópicos Especiais em Informação e Gerência
TCC – Informação e Gerência
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
CURRÍCULO PLENO – OPÇÃO 1 – INFORMAÇÃO E SOCIEDADE – 4ª série
DISCIPLINAS
Arquivo e Memória
Centros Culturais, Bibliotecas Públicas e Escolares
Literatura e Leitura Infanto-Juvenil
Planejamento e Gerência de Unidades e Serviços de Informação
Psicologia Social
Teoria e Prática de Ação Cultural
Tópicos Especiais em Informação e Sociedade
TCC – Informação e Sociedade

domingo, 15 de novembro de 2009

Golpe de 64

Num tempo
Página infeliz da nossa
história
Passagem desbotada na
memória
Das nossas novas
gerações
Dormia
A nossa pátria mãe tão
distraída
Sem perceber que era
subtraída
Em tenebrosas
transações


(Francis Hime - Chico Buarque/1984, Vai Passar)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Arte em código de barras

Um grupo de designers japoneses teve a brilhante ideia de deixar o código de barras mais divertido
Maria Beatriz Gonçalves
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código de barras, aquela famosa representação gráfica usada para armazenar dados de produtos de quase todas as lojas do mundo, ganhou formas curiosas e artísticas do estúdio japonês Design Barcode.

No projeto Barcode Revolution, as tradicionais barras foram incrementadas pelo grupo de designers e ganharam formas incríveis, que vão de moinhos de vento à silhueta de uma mulher na banheira. Por fim, a customização acabou fazendo com que os tradicionais retângulos com barras sequenciais virassem um novo formato para a inserção de publicidade.

A ideia parece simples, mas ninguém havia executado ainda, e por isso a invenção rendeu a eles o prêmio Titanium no Festival de Publicidade de Cannes, em 2006, e o livro The Barcode Revolution, que traz imagens de alguma das maneiras mais criativas de se usar o código de barras.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

LITERATURA CINZENTA

A literatura cinzenta refere-se a toda a documentação produzida nos ministérios, agências governamentais, organizações privadas, ONGs, instituições culturais e acadêmicas e a gerada em reuniões, congressos e foros de natureza diversificada. A literatura cinzenta converteu-se atualmente na forma mais ágil a que a comunidade científica recorre para difundir os resultados dos seus trabalhos e investigações. Isto se deve às suas principais características:
1. Faculta informação que não está disponível;
2. Divulga os resultados de conferências e de congressos de forma mais rápida do que a literatura convencional que, em regra, está sujeita a processos de publicação mais demorada;
3. Permite confirmar informação importante localizada noutras fontes;
4. É concisa, incide diretamente no conteúdo da questão tratada, particularmente quando se trata de documentação técnica, relatórios e documentos governamentais;
5. A facilidade de difusão através da internet.
A literatura cinzenta não é difundida comercialmente, mas pode ser facilmente localizada. Por outro lado, ela não segue as regras estandardizadas das publicações como livros e revistas, mas contém informação valiosa e única. Ela está sendo muito valorizada pela dinamicidade das informações.

Esta informação é conteúdo de um trabalho que fiz com a Juliana Carvalho sobre o tema "Literatura Cinzenta"